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Determinação é a marca de Aparecida Petrowky

Formada em fisioterapia, ela vence a timidez, escreve peça e conquista seu espaço na TV

Redação Publicado em 27/04/2010, às 11h36 - Atualizado em 30/04/2010, às 18h32

Na Ilha de CARAS, a Sandrinha de Viver a Vida, fala do seu romantismo e do desejo de encontrar um amor. - João Mario Nunes
Na Ilha de CARAS, a Sandrinha de Viver a Vida, fala do seu romantismo e do desejo de encontrar um amor. - João Mario Nunes
Muito falante, apesar de ressaltar que na verdade é tímida, Aparecida Petrowky (27), a Sandrinha de Viver a Vida, faz um lamento: não ter no amor o mesmo êxito que marca sua trajetória profissional. "Acho que só tive três namorados durante a minha vida. O primeiro durou uns quatro anos. Todos acabaram virando grandes amigos. De repente, não chegou a pessoa certa para mim ainda. Sei que idealizo muito, sou romântica", revela Cida, como costuma ser chamada pelos amigos. No início das gravações da trama das 8, no ano passado, a atriz chegou a ser apontada como namorada do colega de estúdio Leonardo Miggiorin (28). "O astral dele é ótimo. Eu gosto de dançar, ele também. Saíamos juntos. Quando percebemos que não haveria algo mais sério, resolvemos em comum acordo que seria só amizade. Não era a hora", conta ela na Ilha de CARAS. "Eu quero um amor. Acredito que nenhum ser humano fuja disso, seja com que idade estiver", completa. Da personagem Sandrinha, ela ressalta que tem em comum a determinação, e exemplifica com sua história de vida. Saiu da casa da família em Santa Cruz, um bairro da zona oeste carioca, assim que terminou o ensino médio para morar sozinha e cursar fisioterapia. A faculdade a levou às artes cênicas. "Uma professora falou que eu seria reprovada porque não conseguia me expressar. A teoria eu sabia muito bem, mas, como sou tímida, não conseguia falar em público. Então, ela me mandou para a psicóloga e acabei fazendo aulas de teatro", relembra a atriz, que faz seu primeiro trabalho na TV. "Andei uma semana com meu currículo debaixo do braço pelas ruas do Leblon para entregá-lo ao Manoel Carlos (autor de Viver a Vida). Mas não o encontrei. Um amigo me ajudou e deixou o papel com a produção da novela. Fiz o teste e fui chamada", acrescenta. - Você se considera uma pessoa de muita sorte? - Não digo sorte, mas foco no objetivo. A partir do momento em que ponho algo na cabeça, vou atrás do meu sonho. A vontade de realizar é tão grande que só pode atrair coisas boas. - E esse visual parecido com o da cantora Rihanna, é proposital? As pessoas a confundem? - Foi coincidência. Quando me chamaram para fazer a Sandrinha, que é rebelde, decidiram cortar meu cabelo e deixaram a franjona. Mas só passaram a me comparar com a Rihanna quando a novela entrou no ar. Outro dia mesmo um menino, me pedindo um autógrafo, disse: 'como você é parecida com ela'. Eu respondi: 'que é isso, sou mais baixinha, mais gordinha'. Mas o garoto insistiu que eu era a 'nossa' Rihanna (risos). - O que você costuma fazer nas horas em que não trabalha? - Curto muito esporte, aventuras, natureza. Caminho na orla da Lagoa, no Rio, corro na areia da praia... Às sete horas da manhã, gosto de ver os pescadores puxando as redes do mar entre Ipanema e Leblon. Se não for gravar, acordo e vou. Adoro estar no meio deles, chego e faço uma festa com todos. Eu também sei pescar de rede. - Você parece muito curiosa... - E sou! Estudei botânica, línguas. Falo inglês, francês, espanhol. E sei cozinhar bem. Sempre encontro tempo para tudo. - Viver a Vida acaba em maio. Quais seus planos profissionais? - Ainda não há nada definido para mim. Mas estou terminando uma peça, que ainda não tem título. Fico escrevendo enquanto aguardo os capítulos da novela para estudar. A história se passa em um consultório de análise. Quem sabe no ano que vem tenho uma peça montada no teatro?