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Adriane Galisteu nega briga com Xuxa: ‘Não tenho problema com ela, não a conheço'

Em entrevista a Luciana Gimenez, Adriane Galisteu negou que tenha 'rixa' com Xuxa e contou que pediu para Ayrton Senna desistir da corrida no dia do acidente

Redação Publicado em 27/10/2011, às 15h42 - Atualizado em 08/08/2019, às 15h43

Adriane Galisteu - Renata D'Almeida
Adriane Galisteu - Renata D'Almeida

Adriane Galisteu (38) desmentiu que tenha uma ‘rixa’ com Xuxa (48), que teria começado, supostamente, quando apresentadora global teria tentado reatar o namoro com Ayrton Senna enquanto ele namorava Galisteu. Durante participação no programa Super Pop, de Luciana Gimenez (41), nesta quarta-feira, 26, ela contou que a única vez que viu Xuxa foi quando tinha 15 anos, bem antes de engatar um romance com Senna.

“As pessoas falam da minha situação com a Xuxa, que eu não tenho uma relação, que a gente se detesta, que a gente não se dá. Eu não conheço a Xuxa. Como é que eu posso não gostar ou como ela pode ter algum problema comigo se eu não estive com a Xuxa?”, questionou Adriane. “Quando eu era adolescente, eu cantei no programa dela. Então falei 'oi', cantei, lancei um disco e fui embora para casa. Mas, eu tinha 15 anos de idade. Eu era fã da Xuxa sim. E foi a única vez que eu vi a Xuxa”, disse.

Adriane declarou ainda que admira a apresentadora por sua história, que inclui uma carreira muito bem sucedida. “Eu estava do lado do Ayrton no último ano e meio de vida dele e ela não era o assunto, definitivamente. Talvez ela possa até ter algum problema comigo, mas eu não tenho com ela, porque não a conheço”, continuou.

Adriane pediu para Senna desistir da corrida

Quando começou a namoro com Ayrton, Adriane tinha apenas 19 anos e disse que demorou a entender que ambos estavam mesmo namorando. “Difícil fala dele. Foi meu primeiro amor”, contou.

No fatídico 1º de maio de 1994, Adriane conversou com Senna minutos antes da corrida em Ímola e tentou fazê-lo desistir de competir. “A gente falou no telefone dez minutos antes dele correr. Ele tava mal e eu estava muito preocupada. Eu estava na casa dele, no Algarve. Ele não estava legal, ele chorava. Foi a primeira vez que vi ele chorar daquele jeito”, disse.

“Eu me lembro de ter falado uma coisa pra ele: 'Ayrton, não corre'. Aí ele ainda brigou comigo e disse 'como não corro? O que você está falando? Eu não pontuei, preciso pontuar!'. E eu falei: 'Você é o único cara aí que pode não correr. Você não tem condições de correr'. Aí, quando falei isso, parecia que eu tinha dito: 'Corre!'. Foi a nossa última conversa e ele acabou desligando o telefone meio bravo”, lembra.

Após a conversa, Adriane foi acompanhar à corrida pela TV. “A hora que ele bateu, eu desliguei a televisão e disse 'Graças a Deus!'. Ele vai chegar mais cedo em casa, acabou essa palhaçada, acabou essa corrida... Estava dando tudo erro e fui tomar banho. Aí, escutei a televisão ligada de novo e, quando eu olhei, era como se o tempo não tivesse passado. Era a mesma cena, do momento que desliguei a televisão até aquele momento.  Lembro que, antes de ir para o hospital, arrumei a mala dele”, confessou. “Quando eu ouvi que ele tava morto, eu não sei o que aconteceu. Foi um blecaute... E não me lembro de mais nada. Fiquei anestesiada até o dia do enterro. Ali, eu perdi o homem que eu amava, perdi também um campeão como todos os brasileiros, perdi também um ser que representava pra todos nós, uma coisa muito legal”.