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'Acho que o ator não deve ter imagem', diz Caio Blat em entrevista à Sarah Oliveira

Convidado do programa 'Viva Voz', Caio Blat revela que, mesmo famoso, faz questão de pegar ônibus e caminhar na rua e afirma que prefere não detalhar sua vida pessoal para não atrapalhar sua carreira. 'Acho que o ator não deve ter imagem', dispara

Redação Publicado em 21/11/2012, às 18h10 - Atualizado às 18h43

Caio Blat - André Muzell e Philippe Lima / AgNews
Caio Blat - André Muzell e Philippe Lima / AgNews

Mesmo sendo conhecido no Brasil inteiro, Caio Blat (32) tem um jeito bem particular de lidar com o assédio das pessoas. Além de frequentar lugares públicos, o ator faz questão de pegar ônibus e manter uma relação próxima com os telespectadores.

“Principalmente em uma fase que eu estava mais famoso. Eu fazia questão de quebrar este paradigma”, disse ele à Sarah Oliveira (33) durante entrevista ao programa Viva Voz, do GNT, realizada na casa dos pais do ator, em São Paulo.

Caio ainda ressalta que, quando contratado para baile de debutantes, um verdadeiro ‘circo’ era formado ao seu redor quando chegava ao local e que todos começavam a gritar. Foi então que decidiu chegar de surpresa aos eventos. “Quando você chega desarmado, você desarma o fã também”.

Focado na carreira, o ator também fala sobre a imagem que o público tem dele e o que realmente corresponde à sua vida real. Além disso, Caio opta por não detalhar a vida pessoal para não atrapalhar sua trajetória profissional. “Acho que o ator não deve ter imagem. Se o público sabe da minha vida, de quantos filhos tenho, acho que isso é uma barreira enorme da qual o espectador tem que se livrar antes de acreditar na história que quero vender. Vou fazer o que o projeto pede. Já tive coisas que me deixaram com pudor”. E acrescentou, após relembrar projetos memoráveis nas novelas A Cor do Pecado e Um Anjo Caiu do Céu e eleger Macú, do filme Bróder, como a interpretação que mais o emociona por ter cativado o público: “Porque é uma causa nossa, né? Construir um cinema popular. Que o cinema tenha bilheteria, que as pessoas tenham acesso ao cinema brasileiro”.

Ao contrário do temperamento calmo e contralado que aparenta ter, Caio Blat é muito agitado. “Sou tão nervoso, tão angustiado. Penso tantas coisas ao mesmo tempo”, disse ele, que revelou ainda que já teve bichos estranhos como cobras e escorpião em casa. “Adoro ver os animais, os predadores”.

Paixão pela música

Não é apenas a interpretação que fascina Caio Blat. “Sou tarado por música”, definiu o ator, que se sente um pouco frustrado por não conseguir cantar. Sobre o gosto musical, ele opta por canções antigas. “Costumo dizer que meu CD mais novo é do ano que eu nasci. Acho que nem em 80, meio que, deu uma acabada”, finalizou.

A entrevista será exibida na próxima sexta-feira, 23, às 21h, no GNT.