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A iluminada Maria Fernanda Cândido no Amazonas

Às margens do Rio Negro, beldade fala do trabalho e da rotina ao lado dos filhos e do marido.

Redação Publicado em 08/12/2009, às 11h14

Ela relaxa e curte o pôr-do-sol à beira da piscina às margens do Rio Negro. - SAMUEL CHAVES / S4 PHOTO PRESS
Ela relaxa e curte o pôr-do-sol à beira da piscina às margens do Rio Negro. - SAMUEL CHAVES / S4 PHOTO PRESS
A exuberante natureza da floresta amazônica realçou ainda mais a beleza e elegância da atriz Maria Fernanda Cândido (35). Em Manaus para a 6a edição do Amazonas Film Festival, a bela, convidada de honra da Lacoste, se encantou com o lugar e prometeu voltar com a família para conhecer a cidade. "É minha primeira vez aqui, é uma emoção muito grande. Me sinto orgulhosa de termos uma floresta maravilhosa como esta em nosso país", revelou ela, que aproveitou folga das gravações da nova minissérie global Dalva e Herivelto, Uma Canção de Amor para prestigiar o festival cinematográfico. Entre um compromisso e outro, a atriz falou com exclusividade a CARAS sobre o novo trabalho, os filhos, Tomás (3) e Nicolas (1), o marido, Petrit Spahija (36), e também como faz para conciliar a atribulada agenda profissional com o papel de mãe e esposa. - O que achou do festival? - É uma iniciativa fantástica. Todos ganham com eventos desse porte: os artistas, a cidade e, principalmente, o cinema. - Qual o sentimento de fazer mais uma minissérie? - Estou fascinada pela trama, que conta a trajetória de Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, nomes que marcaram a época de ouro do rádio. Faço a Lurdes, a terceira mulher de Herivaldo, interpretado pelo Fábio Assunção, que ficou casada com ele durante 44 anos. É uma linda história e estou me identificando muito com este novo projeto. A minissérie estreia em janeiro de 2010. - Como foi voltar a contracenar com o Fábio, que enfrentou um momento difícil? - Foi ótimo, o Fábio estava incrível e o clima nas gravações é sempre extremamente positivo. - E o ritmo de trabalho? - Tenho trabalhado muito, desde agosto estou gravando. Essas minisséries são feitas de uma forma bem trabalhada, lenta, até mesmo artesanal. É um privilégio participar de projetos como este. No ano passado fiz Capitu, que também foi uma delícia. - Como concilia a vida profissional e pessoal? - Conto com a participação de toda a família. Procuro ficar o máximo de tempo possível com os meninos. Quando viajo, tento retornar o mais breve possível para casa. Conto com a colaboração do meu marido, da minha mãe, que me ajuda muito, da babá, enfim, é uma dedicação de todos, uma divisão de responsabilidades e compromissos. - As crianças já entendem o seu trabalho? - Aos poucos eles vão compreendendo, é um trabalho a ser construído, não é algo que vem pronto. Eles não entendem da primeira vez, mas vou explicando, dando segurança, mostrando que eu saio para trabalhar, para viajar e que volto para casa. - O que mudou para você depois da maternidade? - Me tornei uma pessoa mais atenta, organizada e realista, exigências que automaticamente você adquire quando é mãe. Também senti que fiquei mais tolerante e menos egoísta. Aprendi a enxergar o mundo com os pés no chão. - Quem cuida da educação dos meninos? - Nós dois. Petrit é muito companheiro, colabora com tudo em casa. Ele consegue dialogar muito bem com as crianças, que o escutam de uma forma diferente e o obedecem com facilidade. Ele é um pai presente. - Você interfere no trabalho do Petrit à frente do restaurante? - O Petrit tem feito um trabalho muito legal no Le Poème Bistrô. Sou a fornecedora oficial de opiniões, dou palpite na comida e sugiro eventos sempre.