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A GRAVIDEZ COMOVE SAMARA FELIPPO

Na Patagônia, atriz fala com exclusividade do bebê com Leandrinho

Redação Publicado em 22/12/2008, às 16h49 - Atualizado às 19h39

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Em Gramado com Leandrinho. - César Alves
Em Gramado com Leandrinho. - César Alves
A visita ao fim do mundo, como é conhecida a cidade argentina de Ushuaia, representou o início de nova fase para Samara Felippo (30). Foi na viagem expedicionária que começa em Punta Arenas, Chile, e passa pela Patagônia, que a atriz admitiu com exclusividade a CARAS que está grávida de três meses. Namorada há seis meses do jogador de basquete Leandro Mateus Barbosa (26), o Leandrinho, do Phoenix Suns, da NBA, Samara se mostrou emocionada. "Estou feliz demais. Não só eu, o Lê e toda a família", diz ela, entusiasmada, ao lado da mãe, Léa Felippo (62), que também não consegue esconder a felicidade. "Há muito tempo sonhava em ser avó. Essa criança será muito amada. Já até escutei o coraçãozinho. Ele é o grande presente de Natal. Também amo o Leandro. É muito carinhoso com todos nós", garante Léa, que até palpita sobre o nome do neto "Se for menino, deve ser Mateus em homenagem ao Leandro, que também tem esse nome", avisa Léa. - Samara, o que você sentiu ao descobrir que estava grávida? - O relógio da maternidade tinha batido. Olho para uma criança no colo de alguém e falo: eu quero. Desejo brincar de casinha de verdade. Meu pai quando era vivo fazia questão da casa cheia. Depois que ele foi embora, o Natal e o Ano Novo perderam a magia. Não tenho mais a vontade de montar a árvore. Mas acho que ela vai voltar quando estiver com meus filhos. - Como conheceu o Leandro? - Um amigo em comum nos apresentou no Rio. Depois fui visitá- lo em Phoenix, onde mora nos EUA, e nos apaixonamos por lá. - O que a atraiu nele? - Lê tem caráter e bom humor, coisa fundamental. Sou meio emburradinha e tenho pavio curto. Mas a pessoa bem-humorada me quebra. Além disso, ele é bom. Não só comigo, que sou apaixonada, mas com todos. Admiro Lê pelo que ele é e pelo que faz. É recíproco. Com admiração mútua, não tem como dar errado. - Você é quatro anos mais velha e 28 centímetros mais baixa (mede 1m64 contra 1m92 dele). As diferenças atrapalham? - Não, me sinto protegida e feliz. Estou amando com calma e construindo uma coisa atrás da outra. A gente está erguendo nosso castelinho com tranqüilidade. - Vocês já pensam em casar? - Quando você se põe de verdade em uma relação, não está de brincadeira. Por isso sonho sim com o casamento. - Como idealiza a cerimônia? - Não penso em véu e grinalda e igreja. Quero casar em festa bem simples, no campo, descalça. - Você é romântica? - Muito. Mas hoje as pessoas estão muito práticas. Em vez de carta, mandam e-mail ou torpedo. Não que seja ruim, mas é delicado ganhar flores, bombons. - Você é muito ciumenta? - Na medida certa, é até saudável. Sou ciumenta com os amigos e o namorado. Agora estou namorando à distância e confio nele. Senão, vou ficar aqui desesperada. Tem gente que é doente, fica olhando o celular da pessoa. - Como controla a saudade? - É muito difícil. Ela só cresce. É a primeira vez que namoro à distância. Mas conseguimos nos encontrar. Usamos muito nextel, e-mail e internet (risos). Quando há sentimento no meio, não tem essa de não dar certo. Sou muito tranqüila. Se ele me liga e fala que vai sair com os amigos, digo: vai lá, se diverte. Se quiser mentir, não saberei. Vou ficar neurótica aqui? Claro que não. - Há algo que detesta na vida? - Sou antitabagista. Passei a odiar ainda mais cigarro após perder meu pai, Gladstone, em 2001. Ele faz muita falta e a saudade só aumenta. Morreu de câncer provocado pelo fumo. - Por que você quis conhecer a Patagônia? - Nunca havia entrado num navio. Tinha curiosidade. Estava em casa querendo curtir mais a minha mãe e as férias. Além disso, não é todo dia que podemos ver pingüins e leõesmarinhos de perto. Então, me vi dentro de um navio de expedição em uma viagem que é diferente de tudo o que fiz até hoje. São paisagens incríveis. É uma aventura. - E profissionalmente, o que está planejando? - Estou escrevendo. Tenho um projeto em parceria com uma amiga. Pode ser que vire um filme. Também sonho em publicar minhas poesias. E continuo com o projeto Não Sou da Sua Laia. Sou da Laia Cultural, com o escritor Célio Pereira, no qual tentamos instigar jovens a doarem livros.

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