Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS

5 perguntas para Mick Jagger

Em entrevista para a revista The Talks, o cantor fala de destino, de fama e dos anos de estrada como líder dos Rolling Stones

The Talks Publicado em 29/05/2014, às 17h47 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Mick Jagger - Terry O'Neill/Getty Images
Mick Jagger - Terry O'Neill/Getty Images

Em entrevista para a revista The Talks, o cantor fala de destino, de fama e dos anos de estrada como líder dos Rolling Stones: “a decadência também pode ser divertida, não?”

O que o impediu de cair no fundo do poço?

Eu tive muitos momentos instáveis, assim como você. Mas todos temos nossos excessos. O que pode ter me ajudado a me manter na linha foi a minha educação familiar.

Basicamente os seus pais são responsáveis por mantê-lo no eixo?

Sim. Quando você é jovem e cresce com a família por perto, isto te ajuda permanecer centrado mesmo anos depois. Se você não tem este tipo de educação, fica muito mais difícil. Durante um período da minha vida, excesso era a ordem do dia. Mas ainda temos pessoas assim. Só que hoje elas são compulsivas com outras coisas, por exemplo, com consumo, com compras.

Como você se vê atualmente? Como um lorde inglês ou uma lenda da rock?

Não me vejo de nenhum destes dois jeitos. Você acorda de manhã e pensa: ‘sou isto ou aquilo?’. Você apenas é. Por isto estes papeis não fazem nenhum sentido para mim. Mas só se dá conta disso quando tem compromissos oficiais. Este é o único momento em que você pensa realmente quem é ou o que representa.

Você namorou mulheres lindas durante sua vida. Hoje sua filha, Georgia Jagger, é uma modelo famosa. Você sabe exatamente como funciona esta indústria?

Sim, eu sei. E nós falamos muito sobre isto. Digo para ela não levar a vida tão a sério e lembrar sempre que este momento pode ser passageiro.

O que sente quando pensa sobre o fim dos Rolling Stones?

Tudo na vida tem um começo e um fim. Todos têm o mesmo destino. Então você simplesmente continua fazendo o que sabe. Sigo assim. Por isto não me arrependo de nada e sou muito grato a tudo. Meus anos com os Rolling Stones foram, e ainda são, maravilhosos. É claro que você pode pensar: era decadente. Sim, era decadente, mas a decadência também pode ser divertida, não?

Para ler a entrevista na íntegra, clique aqui