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Reconhecimento a Cesar Cielo na visita ao Canadá

Campeão olímpico de natação participa do revezamento da tocha dos jogos de inverno 2010

Redação Publicado em 14/12/2009, às 16h47 - Atualizado às 17h22

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Militar veterano, Keith Steeves acende a tocha que Cielo segura em Hopewell Rocks. - CADU PILOTTO
Militar veterano, Keith Steeves acende a tocha que Cielo segura em Hopewell Rocks. - CADU PILOTTO
A trajetória vitoriosa de Cesar Cielo (22), único brasileiro campeão olímpico nas piscinas, foi coroada este ano com sua participação no revezamento da tocha das Olimpíadas de Inverno de Vancouver, em 2010. O convite partiu da Comissão de Turismo do Canadá, para quem ele, recordista mundial dos 100m livre, marca batida em julho, na Itália, significa a tradução do "espírito olímpico". Acompanhado da mãe, a professora de Educação Física Flávia (43), o atleta foi a Hopewell Rocks, um dos cartões-postais do país, em New Brunswick, onde carregou o símbolo esportivo, a quase zero grau, por cerca de 300 metros. "Levar a tocha foi ótima surpresa, consolidou o ano como o melhor da minha vida. Mais que 2008, quando conquistei o bronze nos 100m e o ouro, nos 50m, em Pequim. O amadurecimento me ajudou", garante ele, que concorre na segunda-feira, 21, ao troféu de Melhor Atleta do Ano do COB, prêmio que ganhou em 2008. Os pais de Cielo profetizaram o sucesso e a força de vontade do atleta antes mesmo de ele entrar na escolinha de natação, aos 8 anos, em Santa Bárbara d'Oeste, SP, sua terra natal. A frase "nada poderá me deter" legenda foto sua quando ainda usava boia e se arriscava no mar nas férias. "A onda batia no rosto, mas ele não desistia de entrar cada vez mais na água", conta a mãe. Rigoroso com seus treinos e metas - sempre escreve em papéis o tempo que quer fazer -, atualmente, o menino que brincava no mar nada a média de 40 a 50 km por semana. São cerca de 15 mil braçadas em seis dias de treinos. Entre seus maiores desafios está conciliar as diversões da juventude com a disciplina do esporte. "Sou dedicado e consciente. Até hoje, consegui ver um passo à frente o que ia acontecer com minha carreira. Treino direito, mas às vezes é difícil. Quando o despertador toca as seis da manhã, você fala: meu Deus, me dá força. Se está frio, você se pergunta: para que eu vou nadar? Mas acaba indo", conta ele, que está solteiro desde outubro, quando terminou o namoro, iniciado em agosto, com a modelo Carol Francischini (21).