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Citações

Redação Publicado em 06/05/2008, às 14h07

A liberdade da imprensa é talvez o melhor remédio e corretivo do abuso das outras liberdades. Mariano da Fonseca (1773-1848), o marquês de Maricá, político carioca. A imprensa é uma grande potência, mas (...) uma pena sem controle pode destruir. Se o controle vem do exterior, o efeito é ainda mais nocivo do que a falta de controle; só pode ser aproveitável se for exercido interiormente. Mahatma Gandhi (1869-1948), político pacifista indiano. É grande miséria não ter bastante inteligência para falar bem, nem bastante juízo para se calar. Jean de La Bruyère (1645-1696), escritor francês. Eu vim aqui para confundir, não para explicar. Abelardo Barbosa (1917-1988), o Chacrinha, apresentador de televisão. As pessoas odeiam o que não compreendem. Moshé Ben'Ezra (1055?-1135), poeta espanhol. Só o silêncio é musical. Dante Milano (1899-1991), poeta carioca. Da mesma maneira como nos primeiros tempos é movido principalmente pelo desejo, o amor, depois, passa a ser mantido apenas pela ansiedade dolorosa. Marcel Proust (1871-1922), escritor francês. É até possível amar um ser humano, se você não o conhece bem demais. Charles Bukowski (1920-1994), escritor norte-americano nascido na Alemanha. Amor?/ Receios, desejos,/ promessas de paraísos,/ depois sonhos, depois risos,/ depois beijos!/ Depois.../ E depois, amada?/ Depois dores sem remédios/ Depois pranto, depois tédio,/ depois... nada. Menotti del Picchia (1892-1988), poeta e jornalista paulistano. Antigamente, dava o maior barulho dizer que o problema do Brasil era estrutural. Acusavam a gente logo de marxista. Mas hoje está na cara. A estrutura que o Brasil tem exige a concentração de renda. E aí estamos. E agora, para onde é que vamos? Celso Furtado (1920-2004), economista paraibano, na cinebiografia O Longo Amanhecer, de José Mariani. Empregadores apenas manipulam o dinheiro. O consumidor é quem paga os salários. Henry Ford (1863-1947), industrial norte-americano. Da sensibilidade e inteligência tem-se sempre que pagar ingrato preço. João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro, no livro Sinfonia Minas Gerais (LGE Editora), de Alaor Barbosa. O dia-a-dia não é poético. Cazuza (1958-1990), cantor e compositor carioca. Procurei fugir de mim,/ Mas sei que sou meu exclusivo fim. José Régio (1901-1969), poeta português. Mesmo quando o pássaro caminha, sente-se que ele tem asas. Antoine-Marin Lemierre (1733-1793), dramaturgo e poeta francês. Esta participação (...) instintiva no sofrimento estrangeiro, a compaixão, é a única fonte de ação moral, isto é, se é purificada de todo motivo egoístico. Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo alemão. Um homem, para ser enormemente bom, deve imaginar com intensidade e abrangência; ele deve se colocar no lugar do outro e de muitos mais. Percy Bysshe Shelley (1792-1822), poeta e escritor inglês, em Uma Defesa da Poesia e Outros Ensaios (Landmark). Amar é descobrir a nossa riqueza fora de nós. Émile-Auguste Chartier (1868-1951), o Alain, filósofo francês.