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Redação Publicado em 24/04/2007, às 10h56

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Quando o português chegou/ Debaixo duma bruta chuva/ Vestiu o índio/ Que pena! Fosse uma manhã de sol/ O índio tinha despido/ O português. Oswald de Andrade (1890-1954), escritor paulistano, no poema Erro de Português, que lembra o Dia do Índio, 19 de abril, e o Descobrimento do Brasil, dia 22. O que somos é a nova Roma. Uma Roma tardia e tropical. (...) Mais alegre, porque mais sofrida. (...) Mais generosa, porque aberta à convivência com todas as raças e culturas e porque assentada na mais bela e luminosa província da terra. Darcy Ribeiro (1922-1997), antropólogo e político mineiro. O problema é que o Brasil é de cabeça para baixo, de trás para diante e pelo avesso. Tom Jobim (1927-1994), compositor carioca. Se Deus não existisse, seria preciso inventá-lo. François Marie Arouet, o Voltaire (1694-1778), filósofo francês. O casamento não passa de um souvenir do amor. Helen Rowland (1875-1950), jornalista norte-americana. A família é uma corte de justiça que não pára de dia nem de noite. Malcolm de Chazal (1902-1981), escritor francês nascido nas Ilhas Maurício. O senhor sabe o que o silêncio é? É a gente mesmo, demais. João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro, em Grande Sertão: Veredas. Geralmente as pessoas que sabem pouco falam muito e as que sabem muito falam pouco. Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), filósofo e escritor francês. A aparência de sucesso, quando se apresenta de certa maneira, é capaz de irritar um santo. Albert Camus (1913-1960), escritor francês nascido na Argélia. Liberdade â¬" essa palavra,/ que o sonho humano alimenta:/ que não há ninguém que explique,/ e ninguém que não entenda! Cecília Meireles (1901-1964), poeta carioca, no poema Romance XXIV ou da Bandeira da Inconfidência. Sem desejos não há felicidade possível. Convém satisfazê-los sempre, mas de forma que nunca fiquemos saciados. Paolo Mantegazza (1831-1910), neurologista e escritor italiano. Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam. Henry Ford (1863-1947), industrial norte-americano. Precisa-se de boa memória depois que se pregou uma mentira. Pierre Corneille (1606-1684), poeta e dramaturgo francês. O homem é um louco varrido: não pode fazer um verme, mas faz deuses às dúzias. Michel de Montaigne (1533-1592), filósofo francês. Religião é demência coletiva. Mikhail Bakunin (1814-1876), russo, teórico do anarquismo. A superstição é filha da ignorância e produto de idéias falsas a respeito de Deus e de fenômenos da natureza. Mariano da Fonseca, o marquês de Maricá (1773-1848), político carioca. A cronologia deve ser um truque do calendário para efeitos de computação histórica. Temos todas as nossas idades ao mesmo tempo. Mário Quintana (1906-1994), poeta gaúcho. Quem pode faz. Quem não pode, ensina. George Bernard Shaw (1856- 1950), escritor irlandês. Grandes descobertas e progressos invariavelmente envolvem a cooperação de várias mentes. Alexander Graham Bell (1847-1922), cientista escocês, inventor do telefone.