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Redação Publicado em 03/04/2007, às 10h08

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Essas guerras não nos ensinam nada, nem mesmo a vencer nossos medos. Ainda somos homens das cavernas. Homens das cavernas democráticos, mas isso é um consolo muito pequeno. Henry Miller (1891-1980), escritor americano, em Pesadelo Refrigerado (Francis). O comunismo e as mulheres dizem que todos os homens são iguais. Luis Felipe Angell, o Sofocleto (1926-2004), humorista peruano. A loucura é o sonho de uma única pessoa. A razão é, sem dúvida, a loucura de todos. André Suarès (1868-1948), escritor francês. Amai, amai, que tudo mais é nada. Jean de La Fontaine (1621-1695), fabulista francês. A maior perda é a das coisas que nunca tivemos. Mauro Mota (1912-1984), poeta e jornalista pernambucano. Despedir dá febre. João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro, em Grande Sertão: Veredas. O ser humano precisa dar forma aos seus instrumentos, mais do que eles lhe dão forma. Arthur Miller (1915-2005), dramaturgo norte-americano. Saudade é um ser sozinho descontente/ um amor contraído, não rendido,/ Um passado insistindo em ser presente/ e a mágoa de perder no pertencido. Lupe Cotrim Garaude (1933-1970), poetisa paulistana. O grande assunto do homem, no qual aprofundou uma sabedoria multimilenar, é a mulher. Nelson Rodrigues (1912-1980), dramaturgo pernambucano, no livro Por que a Mulher Gosta de Apanhar e Outras Reportagens, de Christina Autran (Editora Nova Fronteira). Caem as folhas secas no chão irregularmente,/ Mas o fato é que sempre é outono no outono,/ E o inverno vem depois fatalmente. Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português. A mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer. Mário Quintana (1906-1994), poeta gaúcho, no livro Sapato Florido, de 1948. A euforia que o chope traz! A vida se torna fácil, fácil. Ciro dos Anjos (1906-1994), jornalista e escritor mineiro, em O Amanuense Belmiro. Nada é feliz sob todos os aspectos. Horácio (65-8 a.C.), poeta latino. A dança é uma tentativa muito rude de penetrar no ritmo da vida. George Bernard Shaw (1856-1950), escritor irlandês. Não se ama a mais ninguém quando se ama. Marcel Proust (1871-1922), escritor francês. A chuva cai sobre o justo, assim como sobre o injusto; mas sobre o justo ainda mais, porque o injusto rouba-lhe o guarda-chuva. Charles Bowen (1835-1894), jurista inglês. Não reveles ao amigo todos os teus segredos: sabes se ele não se tornará, um dia, seu inimigo? Muslah Al-Dîn Saadi (1184-talvez 1291), escritor persa. Li um dia, não sei onde,/ Que em todos os namorados/ Uns amam muito, e os outros/ Contentam-se em ser amados. Florbela Espanca (1895-1930), poeta portuguesa. Uma das características do gênio é a intuição: ver sem esforço o que os outros somente descobririam com grande trabalho. Jaime Balmes (1810-1848), filósofo catalão. Para que um grande sonho se torne realidade, você precisa primeiro de um grande sonho. Hans Selye (1907-1982), médico canadense nascido na Áustria. Em geral se dá com o alimento espiritual o mesmo que com o corporal: apenas a qüinquagésima parte daquilo que se absorve é assimilada. Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo alemão.