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Perfil

Osmar Prado

Biografia


Osmar Prado iniciou sua carreira de ator aos 10 anos, no elenco infantil da novela David Copperfield, exibida pela extinta TV Paulista, onde permaneceu por oito anos, fazendo vários outros papéis. Nessa época, ele também realizou trabalhos no teatro com o ator Sérgio Cardoso.



Em 1965, participou da novela Ilusões Perdidas da recém-inaugurada TV Globo. Em 1968, assinou contrato com a TV Excelsior para atuar em Os Estranhos. Na mesma emissora, ainda integrou o elenco de outras duas novelas. De volta à Rede Globo em 1969, atuou em Varão Vermelho. Desde então, ele continuou na emissora, emplacando um personagem atrás do outro. Seu primeiro protagonista foi o caipira Juba, de Bicho do Mato, nos anos 1970. Em 1973, passou a integrar o elenco fixo de A Grande Família, cujo personagem, Júnior, foi um grande sucesso. Com a morte do autor do seriado, Osmar voltou às telenovelas, como Senhora, Helena, Anjo Mau, Te Contei?, Chega Mais e O Amor É Nosso.



Em 1982, Osmar deixou a Rede Globo para se dedicar ao teatro. Nos palcos, atuou nas montagens de Barrela e Gente Fina é a Mesma Coisa. De volta à Globo, no ano de 1984, participou de sua primeira minissérie, Meu Destino é Pecar. Depois, transferiu-se para a extinta Rede Manchete, onde atuou nas minisséries Viver a Vida e Tudo em Cima. Antes disso, ainda em 1984, fez a sua estreia no cinema, no filme Aguenta, Coração.



Em 1986, de volta à Globo, participou de sua primeira novela das oito, Roda de Fogo, e interpretou um de seus personagens mais carismáticos na televisão, o Tabaco. No ano seguinte, interpretou um monge budista em Mandala, e teve de raspar a cabeça. Em 1988, interpretou um dos personagens principais de Vida Nova, o italiano Pietro. Também nesse ano, voltou a trabalhar numa minissérie, O Pagador de Promessas, vivendo o padre Elói.



Em 1990, participou de Riacho Doce, como o pescador Neco. Em 1992, atuou na novela Pedra sobre Pedra, na qual viveu mais um personagem de grande repercussão junto ao público, o Sérgio Cabeleira, que assustava os habitantes da cidade de Resplendor em noites de lua cheia.



Em 1993, interpretou aquele que talvez seja seu maior sucesso na televisão, o Tião Galinha, um personagem exótico que carregava as crendices e fábulas do universo popular na novela Renascer. O papel lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Associação Paulista de Críticos de Arte.



Apesar do sucesso, transferiu-se para o SBT e atuou em Éramos Seis. Em seguida, na mesma emissora, integrou o elenco do remake de Sangue do Meu Sangue. Voltou a trabalhar na Globo em 1998 na novela Meu Bem Querer. Dois anos depois, participou de Esplendor. Em 2001, fez a premiada minissérie Os Maias, e a novela O Clone.



Em seguida, atuou em Chocolate com Pimenta. Em 2004, filmou o longa Olga, no papel do presidente Getúlio Vargas. Em 2005, integrou o elenco da minissérie Hoje É Dia de Maria. Em 2006, participou da minissérie JK e do remake da novela Sinhá Moça.



No ano seguinte, atuou minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes e na novela Eterna Magia. Em 2008, participou do remake de Ciranda de Pedra. Em 2009, fez a novela Caminho das Índias e, atualmente, está no ar como o delegado Batoré, em Cordel Encantado.