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Condenado pela morte de Michael Jackson, médico deixa cadeia e pode lançar biografia não autorizada do cantor

Dr. Conrad Murray deixa prisão em Los Angeles e quer publicar livro que escreveu sobre Michael Jackson nos últimos dois anos que passou atrás das grades. Ele também negocia um reality show sobre sua vida e pretende voltar a exercer sua profissão

CARAS Online Publicado em 28/10/2013, às 09h03 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

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Dr. Conrad Murray, o médico pessoal de Michael Jackson - Getty Images
Dr. Conrad Murray, o médico pessoal de Michael Jackson - Getty Images

O médico Conrad Murray, condenado por homicídio culposo pela morte de Michael Jackson, após ter administrado uma dose letal de anestésico ao cantor, deixou a prisão de Los Angeles após cumprir metade da pena de quatro anos. Ele foi liberado por conta de uma medida no Estado da Califórnia que tenta reduzir a superlotação das prisões.

Para evitar o encontro com repórteres e fãs de Michael Jackson que o aguardavam no lado de fora da prisão, Murray deixou o local por uma saída alternativa.

De acordo com o TMZ, durante o tempo que ficou atrás das grades, Conrad escreveu um livro sobre a vida de Michael Jackson e os anos que trabalhou com ele. Agora que está livre, ele irá negociar a publicação da biografia não autorizada com alguma editora. Ele também já planeja estrelar um reality show sobre sua vida pós-cadeia.

Com a licença médica suspensa desde 2010, Murray pretende voltar a exercer sua profissão.

+ Michael Jackson é a celebridade morta mais lucrativa do último ano

Murray foi condenado pela morte de Michael após seis semanas de julgamento, em 2011 (o cantor morreu em 2009).  Os promotores argumentaram na época que o médico, contratado pela produtora de shows AEG Live, foi negligente no tratamento dado ao cantor e exagerou na dose do propofol, que era utilizado para ajudar o artista a dormir.

A defesa do médico sempre afirmou que Jackson teria injetado o anestésico sozinho, sem a ajuda de Murray.

No começo de outubro, a produtora AEG Live conseguiu ser absolvida no processo movido pelo espólio do cantor, que acusava a empresa de ter sido negligente pela contratação do médico.